quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Nosso Draft: Pat Sims


Pat Sims, 1,89m e 140 kg, esta foi a terceira escolha de Cincy no Draft 2008, muitos criticaram a escolha da franquia de Ohio. Sims só se tornou "starter" em Auburn no ano passado, depois de já ter abandonado a escola em 2005. É muito raro que se consiga a permissão para retornar a uma equipe após tê-la abandonado a menos que o jogador seja muito bom. Pat Sims conseguiu o feito, ele tem bastante explosão e lembra Glenn Dorsey (selecionado por Kansas City no primeiro Round). Há um outro fator que pode ter contribuído com o retorno de Sims, entre outros fatores extra-campo que o jogador teve que superar, estava a morte de sua irmã.
Pode soar engraçado chamar a temporada 2007 como o ano de chegada de Sims aos Tigers, mas após duas temporadas desperdiçadas na sua carreira e alguns lapsos de brilho em 2006 ele apareceu e dominou a trincheira como "junior" ainda que tenha quebrado vários ossos dos dedos da mão esquerda. Em 2005 ele abandonou Auburn, noticiou-se que ele saíra pois mentalmente não conseguia atuar pelos Tigers (foi o período da morte por ataque cardíaco de sua irmã).
Atuando por Dillard High School como DL, Sims conseguiu como sênior 65 tackles, 20 paradas atrás da linha de scrinmage e 12 sacks. Pat atuou também na equipe de basquete campeã estadual. Na temporada de 2006 por Auburn ele apareceu em 13 jogos, agora atuando como defensive tackle e conseguindo 16 tackles (9 solo) 3 sacks, 5 paradas atrás da linha de scrinmage, desviou um passe e causou dois fumbles. Em 2007, no seu retorno conseguiu 4.5 sacks e 12 paradas atrás da linha de scrinmage além de causar dois fumbles e recuperar um outro que ele retornou para touchdown. No mesmo ano anunciou sua saída de Auburn dizendo que pretendia atuar na liga, para muitos ele ainda não estava pronto, mas para Cincinnati ele mostrou o suficiente em 2007.

Pontos Positivos: Braços longos, boa musculatura global, aguenta com facilidade carregar 20 kg a mais, agilidade (principalmente atuando pelas laterais) grande evolução em 2007 durante os treinos, assemelha-se um touro durante as corridas e tem boa noção de penetração.

Pontos Negativos: Teve problemas durante toda carreira acadêmica, mostra-se incapaz de assimilar completamente um playbook complicado, ainda carece de definição muscular.

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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Nosso Draft: Andre Caldwell

Do alto de seus 1,85m, Caldwell registrou 185 recepções atuando pelo Flórida Gattors. Os Bengals buscara esse diamante bruto na terceira rodada do draft 2008 e agora querem lapida-lo. Caldwell provou ser um bom jogador e atua bem dos dois lados do campo, apesar de pouco requisitado durante alguns jogos, sempre que a bola foi em sua direção a tendência era o acontecimento de boas jogadas para os "Gattors". Andre Caldwell tem o tipo físico do seu irmão mais velho, Reche Caldwell que já jogou na NFL, no entanto teve alguns problemas com lesões (1998, 2005 e 2007). Como senior no High School André recebeu para 2200 jardas, marcando 38 touchdowns ajudando a equipe na campanha de 13-2. Em 2003, ano de estréia pela Flórida, liderou os calouros com 19 recepções para 174 jardas (9.2 Avg) e retornou 22 kickoffs para 454 jardas (20.6 Avg) No total 631 jardas em uma média de 48.5 por jogo. Em 2004, onde foi started nos 12 jogos da temporada, foram 43 recepções para 689 jardas (16 avg) 3 touchdowns e mais 66 jardas em duas corridas. Caldwell ainda ganhou 174 jardas (15.8 avg) em 11 retornos de kickoff, além de recuperar um fumble. A temporada de 2005 não teve um inicio muito bom, o jogador sofreu uma fratura retornando um Kickoff contra Tennessee. Ainda sim, nessa temporada foram 10 recepções para 148 jardas e um touchdown. Muitos consideram 2006 a sua melhor temporada, foram 9 starters em 14 jogos 57 recepções para 577 jardas (10.1 Avg) e seis touchdowns 102 jardas em 12 carries (4.9 avg) e completou um passe de 5 jardas que resultou em touchdown. Em 2007 Caldwell jogou 11 partidas, ficando de fora contra Tennessee e Mississippi por causa de uma entorse, voltando contra Auburn. Nessa temporada foram 56 recepções para 761 jardas (13.6 Avg) e sete touchdowns. Em 53 jogos dos "Gators", Caldwell começou em 35, detém o recorde da universidade de 185 recepções para 2349 jardas (12.7 Avg) e 16 touchdowns. 41 corridas para 293 jardas e 4 touchdowns. Ganhou 752 jardas de Kick-return em 37 oportunidades (20,3 Avg) e produziu um total de 3394 jardas uma média de 64,04 por jogo, deu um passe para Touchdown e recuperou um fumble.

Pontos Positivos: Alto e forte o suficiente para suportar uns 5 quilos a mais, pernas longas, boa explosão, bom pé de apoio, bom em mudanças de direção, trabalha bem pela lateral do campo, não demonstra fragilidade contra a pressão, boa noção de distância e do campo em geral, calcula bem o momento de pressão do seu quaterback e volta em direção a bola.

Pontos Negativos: Dificuldades com rotas diagonais e percursos curtos, apesar de ter sido capitão no "Gattors" não tem características de líder, pouca flexibilidade nos quadris, dificuldade em quebrar tackles e com disputas em meio a uma multidão.

Os especialistas do Nfl.com compararam Caldwell com Hines Ward, porém, um pouco maior e muito mais rápido. Caldwell de fato parece ter tudo para se desenvovler tanto física quanto psicologicamente na NFL. Assim esperamos!

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Nosso Draft: Anthony Collins


Na sua quinta escolha do draft 2008 os Bengals selecionaram Anthony Collins, offensive tackle, um monstro de 1,98m e 143 kg que jogou por Kansas University. Poucos acreditam que Collins possa evoluir o suficiente para se tornar um grande profissional da NFL, principalmente na sua posição, alguns sites especializados o projetam como um futuro bom guard. A sua passagem por Kansas foi muito curta, porém, bastante produtiva. Brilhou como left offensive tackle no time que esteve muito próximo do título. Como rápido sucesso obtido em um ano em KU ele se apresentou para o Draft 2008 anunciando que foi gratificante e que havia amado cada minuto na universidade, que o trabalho ao lado do treinador Mark Mangino o fez almejar o próximo nível, a liga. Talvez o trabalho com Mangino tenha sido muito bom, pois o jogador tinha esperança de ser selecionado no primeiro ou segundo round, o que não aconteceu (Anthony Collins foi selecionado no Round 4 , Pick 13/112) Se matriculou em Kansas em 2004 tendo dedicado o primeiro ano a treinamentos com o "Scout Team" da universidade trabalhando uma mudança de posicionamento, no High School Collins atuava como Defensive End. Na temporada 2006, já atuando como OT ajudou o ataque a produzir 374 jardas em média por jogo. Em 2007, mesmo ficando fora de um jogo decisivo contra Toledo e atuando pelo lado esquerdo, Collins contribiu com a produção do ataque em 479 jardas e fez excelentes bloqueios que geraram diretamente 15 touchdowns.

Pontos Positivos: Potencial para ganhar massa e não perder a velocidade, ombros largos, braços grandes e com uma força aparentemente maior do que a média dos jogadores da posição, agilidade ao mudar de direção, ancora muito bem.

Pontos Negativos: Necessita aperfeiçoar o seu jogo de pés pois apresenta bastante inconsistência, apresenta dificuldades em corridas que provocam colisão frontal, nem sempre encontra seus alvos em movimento.

Apesar de já ter sido suspenso no passado por problemas de disciplina, Collins é ao lado de Lynch o mais centrado das escolhas do Draft entre o Round 4 e 7.



Esse vídeo foi retirado do site http://www.youtube.com

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domingo, 3 de agosto de 2008

Nosso Draft: Jason Shirley


1,98m e 149 kg, vindo dos Bulldogs de Fresno State Shirley foi comparado a Tony Siragusa Defensive Tackle do Indianapolis Colts (90-96) e do Baltimore Ravens (97-2001) menor (A julgar pelos números imagina o tamanho da outra criança) porém com maior velocidade. Para se encaixar perfeitamente nos Bengals, talvez Shirley precise que Marvin Lewis volte a utilizar o sistema defensivo 4-3 assim como na época que era coordenador defensivo dos Ravens. Em campo Shirley tem facilidade em dominar os adversários, mas foi fora dele que conseguiu destaque na temporada 2007. Suspenso duas vezes antes de demitido em Novembro ele ainda foi observado pelas equipes da NFL, ele tem a capacidade de obstruir pelo meio e faz muitos bloqueios com extrema naturalidade assim como Pat Willians e Ted Washington fizeram na liga. Sobre as suas suspensões, a primeira no final de Agosto, pois o treinador Pat Hill julgou sua conduta prejudicial para a equipe, em Outubro foi acusado de dirigir alcoolizado e "bater racha". Após o segundo acontecimento ele foi reintegrado a equipe após cinco semanas, dois dias depois foi demitido da equipe por ser acusado de guiar seu carro com uma carteira suspensa pelas autoridades, por sorte ou não Shirley teve permissão para manter sua bolsa atlética. Matriculado em 2003 na Fresno State, passou uma temporada inteira treinando com o time reserva dos Bulldogs para ganhar10 quilos de massa. Em 2004 participou de 11 jogos em que fez 16 tackles (6 solo). Na sua última temporada, a mesma das suspensões, ele foi reserva em apenas três jogos, respectivamente contra Oregon, Lousiana Tech e Nevada, terminando a temporada com 7 tackles (3 solo) 1.5 Sack e causou um fumble.

Pontos Positivos: Tem ótima constituição, poderia ganhar uns 20 kg sem perder a velocidade, extremamente atlético e tem grandes coxas que auxiliam como ancoras, trabalha melhor estacionado do que se movimentando para conter o ataque parando eventuais corridas, forte para encarar bloqueios múltiplos.

Pontos Negativos: Necessita ser monitorado ao extremo durante treinos, problemas com o álcool, falta de maturidade, preguiçoso, tem a facilidade em ler a jogada mas olha constantemente para baixo e acaba se enroscando com os bloqueadores.

Teria Cincinnati uma pré-disposição para adotar jogadores problema? Espero que por trás de todas essas confusões exista um jogador dedicado e guerreiro.




Esse vídeo foi retirado do site: Http://www.youtube.com



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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Nosso Draft: Corey Lynch

Corey Lynch de 1,92 e 92 kg FS da Appalachian State foi a sétima escolha dos Bengals no Draft 2008. Uma carta na manga para o time de especialistas de Cincy, foi muito bem nos drills com cones. Desde a década de 90 (mais precisamente entre 1993 e 1996) quando o Linebacker Dexter Coakley atuava por Appalachian State, nenhum outro jogador de defesa dos “Mountaineers” causou tanto impacto quanto Lynch. A constar, o jogador já figura entre os líderes de todos os tempos da NCAA de bloqueio de chutes, interceptações, interceptações retornadas entre outras. Ele também é um dos líderes da Southern Conference em fumbles forçados e fumbles recuperados, além de ser o primeiro jogador da ASU (Appalachian State University) a liderar a equipe em interceptações por quatro temporadas seguidas e o primeiro “Mountaineer” a conseguir mais de 100 jardas em interceptações retornadas em três temporadas. A ASU foi bem dependente de Lynch, foi 45-11 com o jogador e nos jogos em que ele registrava pelo menos uma interceptação foram 22-0.

Pela Evangelical Christian High School ele atuou também como defensive back e running back, correndo para 3000 jardas e 31 interceptações em sua carreira. Coletou 1101 jardas para 11 touchdowns em 120 corridas. Como sênior foram 18 passes para 490 jardas e sete touchdowns, na defesa registrou 93 tackles e 11 interceptações no seu último ano. Lynch chegou em 2003 a ASU onde apareceu em 11 jogos. Foram 6 interceptações, 4 fumbles recuperados, 57 tackles (30 solo) 2 forced fumbles, desviou 4 passes e ganhou 14 jardas retornando um kickoff. Em 2004 uma lesão no cotovelo esquerdo ao retornar um punt acabou deixando o jogador com apenas 13 tackles (9 solo) um forced fumble, um fumble recuperado e uma interceptação. Em 2005, já recuperado liderou a equipe com 6 interceptações. Em 2006, mesmo ficando de fora dos dois últimos jogos com uma fratura no braço seus números foram altos: 85 tackles (43 solo) 5 interceptações, 6 passes bloqueados, 3 chutes bloqueados, recuperou dois fumbles e retornou 25 jardas para um touchdown. Em 2007 chamou a atenção ao bloquear um chute contra Michigan na partida de abertura da temporada, na seqüência bateu recordes: 111 tackles (71 solo) em 15 jogos, causou dois fumbles, recuperou um outro, fez 6 interceptações, bloqueou três chutes e retornou 33 jardas de um punt. Em 56 jogos da ASU, Lynch começou 55 e entrou para o ranking da universidade em sexto lugar com 358 tackles (192) solo e de quebra bateu o recorde da universidade com 395 jardas retornadas de interceptações.

Pontos Positivos: Bom salto; força bruta; excelente visão do jogo; lê as jogadas com facilidade; explosão; domínio da sua aceleração; domínio das emoções; boa antecipação; Agressivo na medida correta.







Os dois vídeos foram retirados do site www.youtube.com

[ Olha, a julgar por esses dois vídeos, eu colocaria o Lynch de starter... brincadeira... mas torço muito para que esse jogador venha a se tornar um dos grandes achados dos Draft. ]


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Nosso Draft: Matt Sherry

Praticamente não havia nenhuma simulação do Draft 2008 com o nome de Matt Sherry entre os Tight Ends selecionados. Em Villanova, Sherry era apenas um jogador de rotação, pelo menos até o seu ano de veterano. O jogador tem um tamanho considerável (1,95m) e velocidade (nos combinatórios fez 4,7 segundos para 40 jardas) e utiliza muito bem as duas qualidades nos jogos, mas seu defeito também fica visível em campo, a dificuldade em bloquear.Pela Bishop Hendrickson High School, Sherry jogou golf e football. Nessa época, fora selecionado duas vezes para a equipe da divisão e em 2002 foi MVP. Foram 34 catches para 415 jardas e 11 touchdowns e mais 19 sacks contribuindo defensivamente com a equipe. Em 2004 apareceu em cinco jogos e capturou sete passes para 62 jardas, mas acabou sofrendo uma contusão no ombro e foi submetido a cirurgia. Na sua volta em 2005 foram 25 passes para 275 jardas (11,0 AVG) e três touchdowns. Já veterano no College, Sherry fez sua melhor temporada com 37 recepções para 461 jardas (12,5 AVG) e cinco touchdowns. Seus números na carreira são os seguintes:
33 de 38 jogos como started. 88 passes para 1047 jardas (11,4 AVG) e nove touchdowns.

Pontos Positivos: Provou ser muito bom ao atacar a secundária; capacidade de corte; bom atleta, podendo esticar o campo com boa velocidade inicial; mobilidade a rapidez, boa leitura da defesa e instigante capacidade de aprendizado; consegue recuperar a bola distante do corpo.

Pontos Negativos: Fraco no bloqueio; dúvidas sobre sua tenacidade para lidar com lesões, demonstrou capacidade para adaptar-se apenas as bolas alçadas por trás do seu corpo.

O Nfl.com o comparou a Ronnie Genth o New Orleans, com pouca produtividade, mas boa velocidade e capacidade de encarar os LB’s.


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Nosso Draft: Angelo Craig

Craig jogou de Defensive End na faculdade, mas projeta-se que ele se torne um Linebacker em breve devido a constituição do seu corpo. Ele já jogou pela Universidade de Cincinnati o que cria certo laço entre o jogador e a cidade da franquia. Jogador bastante regular, mas de pouco brilho Craig peca na velocidade, o que muitos afirmam poder ser o motivo do seu fracasso na liga. O jogador de 106 kg e 1,71m seria um Free agency da temporada, mas o treinador Marvin Lewis parece ter visto um diamante bruto no DE do Bearcats. Ângelo Craig atuou por dois anos como LB antes de ser movido para a sua posição atual, os Bengals terão que desenvolver um bom trabalho físico com o jogador para que ele retorne a sua posição de origem. No colegial jogou por Glenville (West Virginia) – Onde também jogou na equipe de basquete - com o treinador Ted Ginn, foram 21 tackles solo , 32 no total, 10 catches recuperados para 210 jardas e um touchdown. Pelos Bearcats em 2007, como sênior, ele jogou 13 partidas e executou 43 tackles, três sacks e recuperou um fumble que culminou em touchdown.

Pontos Positivos: Sua constituição permite crescimento considerável. Tem boa velocidade em linha reta, é um natural pass-rusher, flexibilidade e equilíbrio, mergulhando muito bem. Capacidade para enfrentar offensive tackles e pode ser adequado para atuar como linebacker.

Pontos Negativos: Dificuldades com mudanças de rota; pode demonstrar certa dificuldade para desempenhar a função de LB; já esteve envolvido em confusões denunciando seu caráter um pouco irregular (Como tantos outros que já passaram por Cincy)

Assim como Urrutia, Craig afirmou na sua entrevista do Draft que joga o Madden com outra franquia, o Cleveland, por sinal, outro rival de divisão dos Bengals. Será que esses jogadores que se identificam com outras franquias funcionaram em Cincy?

Entrevista:

Quem é seu jogador favorito da NFL e por que?

“Donte Whitner do Buffalo Bills, ele sempre demonstrou trabalho duro e liderança no campo.”

No Universitário, Qual jogador te acertou em cheio?

“No Universitário ninguém me acertava. Eu acertava todas, por que eu jogo na defesa.”

Qual programa da televisão mantém você no sofá o dia inteiro?

“Jamie Foxx Show”

Quais são as músicas mais tocadas no seu iPod?

“Duffle Bag Boy de Lil Wayne e Playz Circle, Roc Boys do Jay-Z, Dear Mama do Tupac e Bed de J. Holiday”

Qual celebridade poderia interpretar você no filme da sua vida e por que?

“LeBron James, por que ele me lembra a mim mesmo, a forma como leva sua carreira dentro e fora das quadras.”

Qual é a única coisa que seus companheiros de equipe não sabem sobre você?

“Eu amo biscoito assado”

Qual reality show você gostaria de participar?

“MTV’s Run’s House porque eles se dão bem e estão a bastante tempo juntos”

Qual foi o seu melhor momento no Football e o mlehor momento fora do campo?

“Meu melhor momento no futebol foi quando meu time terminou a temporada com 10-3, fora de campo foi ao visitar crianças no hospital.”

Qual franquia você costuma utilizar quando joga o Madden?

“Eu jogo com o Cleveland Browns por que eu sou de Cleveland, Ohio e eles são o time da minha cidade.”

Quem tem sido a maior influência na sua carreira de football?

“Minha tia Yolanda D. Green Fogle e meus dois irmãos mais novos. Eles são meus maiores fãs e sabem o quanto jogar football significa para mim.”


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segunda-feira, 12 de maio de 2008

Nosso Draft: Mario Urrutia

A nossa escolha de número dez nesse draft foi o wide receiver Mario Urrutia, também conhecido como "Super Mário" (E queira Deus que ele faça jus ao seu apelido infame) da Universidade de Louisville. Aos 22 anos, Urrutia chega perto dos dois metros de altura e tem aproximadamente 105 kg. Após ótima campanha na temporada 2006, quando recebeu 58 passes obtendo uma média de 16,8 jardas por recepção, Urrutia foi considerado um bom jogador para o Draft 2007, porém ele decidiu que iria continuar os seus estudos. Essa escolha culminou causando algumas surpresas para o ano seguinte, quando Urrutia sofreu uma lesão, ficando de fora de duas partidas, Urrutia não voltou bem, droppou várias bolas e cometia várias faltas, colaborando com a temporada decepcionante dos Cardinals. Para frustrar ainda mais o treinador da equipe, Steve Kragthorpe, Urrutia se inscreveu para o Draft 2008, alegando que era hora de deixar a universidade. Como veterano, Urrutia pegou 65 passes para 1.159 jardas e 13 touchdowns, fora nomeado o capitão da equipe ofensiva e apelidado de algo como "Nosso rapaz de ouro", como júnior fora 63 catches para 1054 jardas e 11 touchdowns. Em sua chegada a Louisville em 2005, foi nomeado calouro do ano começando sete de 11 jogos, fazendo 37 catches para 797 jardas(21,5 por passe) e sete touchdowns. O jogador começou 23 partidas de 34 jogos em Louisville, fez 130 catches para 2271 jardas (17,5 por recepção) e 16 touchdowns.

Pontos Positivos:

É um jogador muito alto e tira proveito disso em bolas muito altas, suas mãos grandes e os braços longos facilitam o trabalho pelo alto, sua musculatura bem definida o torna resistente a pancadas e capaz de fazer bons bloqueios. É um jogador de explosão, faz bons cortes e consegue fugir bem das suas rotas iludindo os defensores. Protege bem a bola, inclina e gira bem o corpo possibilitando o ganho de jardas adicionais, bolas muito altas certamente são seu forte.

Pontos Negativos:

Não tem boa flexibilidade nos quadris, o que atrapalha a finta, precisa ser mais sútil ao executar cortes e correr com mais leveza, costuma derrubar bolas fáceis, também por falta de concentração e também por não esticar todo o braço como mostrou no passado, dificuldade em rotas menores e consequentemente com mais quebra de ritmo. Muito esquentadinho, deixa as emoções tomarem conta da razão e provoca faltas bobas em campanhas que poderia ser sucesso. Sem muita noção de trabalho em equipe, não é muito trabalhador e difícil de ser controlado em treinos, tende a voltar fora de forma das off seasons por ser preguiçoso.

Será que Mario Urrutia vingará nos Bengals? O WR que é fã de Plaxico Burress e Randy Moss e que diz jogar com o Pittsburgh Steelers no Madden? (Eu particularmente não gostei disso) Deixe seu comentário!

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Novela Chad Johnson 13º Capítulo



A um ano atrás essa situação era impensável. Foi proposto aos fãs do Cincinnati Bengals trocar suas camisas que remetem ao astro Chad Johnson por bilhetes para jogos de uma liga de Hockey menor, a surpresa? 19 torcedores toparam o acordo. Certamente um número pequeno, mas a esdrúxula promoção aponta como a imagem de na cidade dos Ocho Cinco tem se manchado graças a insistência do jogador em deixar a franquia, alegando que ele quer ser campeão e que em Cincinnati ele não irá conseguir tal feito. Essas declarações fizeram de Johnson o centro das discursões esportivasBengals e a pergunta que deixa todos inquieto é: O que é melhor para a franquia e para o jogador? Chad está mudando, está deixando de ser o jogador mais amado da franquia e se tornando o divisor de águas. Os fãs começam a se dividir entre ele ficar e sua ida para outra franquia (Eu particularmente quero que fique, mas quero que jogue muito também) Isso repercute não apenas no que pode ser a sua temporada esse ano, mas também na sua imagem durante algum tempo. O caso Chad Johnson Vs. Cincinnati Bengals, ainda que seja resolvido, não terá vencedores. Quando a franquia e o jogador chegaram a um acordo contratual em 2006, vindos de uma campanha vitoriosa que não ocorria desde 1990 e todos ficaram maravilhados, o jogador recebeu um adicional de $10,75 milhões e um acordo até 2010 com a opção de extensão até 2011. Os Bengals (E nós!) esperam chegar os playoffs a cada ano e a vaga parece se distanciar da franquia a cada temporada. Dois anos depois, time e jogador se encontram em um imbróglio, Johnson brigou com o quarterback Carson Palmer durante uma drrota para o New England Patriots, na terceira semana de uma temporada que seria finalizada com um 7-9. Pela primeira vez em sua carreira, Chad foi criticado de maneira ferrenha. Chad não pode concordar com essas criticas, não pode por que ele adora atenção, mas gosta da atenção positiva, segundo uma entrevista dele em 2006 ele é o jogador do tipo que quer que todos gostem dele e do que ele faz e não quer que ninguém tem dúvidas de sua capacidade. Durante a Off Season o jogador parou de falar com a imprensa local, em entrevistas nacionais se tornou mais aspero e exigia que a franquia o trocase, uma foto veículada na internet mostrava o jogador em uma loja do Washington Redskins segurando uma camisa com o seu nome. O agente Drew Rosenhaus queria negocia-lo no Draft, mas não teve chances, Johnson fica em Ohio. Os Bengals não querem perder o dinheiro que investiram em um jogador tão magnifico, além disso a franquia já passou por situações similares. Claro, os Bengals também não poderia se dar ao luxo de trocar Johnson ao passo que haviam dispensado o WR Chris Henry após sua quinta apreensão e correr o risco de contar apenas com TJ Houshmandzadeh e os três calouros draftados. O Resdskins chegou a fazer uma foerta na primeira rodada do Draft, claro, recusada. A franquia criada por Paul Brown não poderia arriscar a temporada 2008 após o fiasco em 2007. Agora o draft passou e trocar o WR #85 é algo inimávinavel, o que fazer? Segudo comentaristas, o melhor que o jogador tem a fazer é jogar e dar o seu melhor, ajudar os Bengals a saírem da situação em que se encontram (Nadar, nadar e morrer na praia) , especialistas em marketing dizem que o jogador estaria denegrindo sua própria imagem e poderia perder muito em publicidade. A nós ,resta acreditar que nas quatro primeiras partidas da temporada ele irá fazer 10 touchdowns, como dito no artigo "On football: Chad Johnson saga defines season" do Herald Tribune.

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domingo, 11 de maio de 2008

Shaun Alexander: Vem ou não vem?


A franquia de Ohio e o corredor Shaun Alexander conversaram na Segunda-feira passada, na quarta o jogador teria dialogado com o New Orleans Saintas. O The Cincy Enquirer, jornal de Cincinnati continua reportando sobre a possíel ida de Alexander para os Bengals na temporada 2008. Vale ainda bater na mesma tecla e insistir: ainda que Alexander seja um ótimo reforço para os Bengals, a franquia já conta com o bom RB Rudi Johnson e também, quando este se machucou, a equipe contou com o potencial de Kenny Watson. Seria interessante saber como Alexander reagiria junto de outros jogadores e como seria o jogo de Cincinnati com este experiente jogador, eleito MVP na temporada 2005. Por enquanto o desembarque dele em Ohio é incerto. Outras possibilidades vem sendo pintadas para o jogador e além de Saints e Bengals, os Lions, Cardinals, Jets e Eagles podem estar interessados no jogador.

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Chris Henry


Parece que o ex Wide Receiver de Cincinnati pode jogar ainda essa temporada por outra equipe. Ao que tudo indica, o tempo de prisão domiciliar de Henry deve diminuir o que tornaria viável a sua contratação por parte de alguma franquia. Segundo a justiça americana, a diminuição da pena domiciliar e a retirada do monitoramento eletrônico podem possibilitar a Chris a possibilidade de reconstruir a sua carreira na NFL. Segundo o procurador de Henry, Perry Ancona, havia uma franquia, até o momento não indentificada, com interesse demonstrado no jogador caso sua pena fosse reduzida. Henry de 24 anos, foi liberado no mês passado dos Bengals, após ser acusado de assalto, gerando mais uma vez problemas com a justiça. Em 2007 gastou os oito primeiro jogos da temporada suspenso, quando pode entrar em campo, recebeu 21 passes para 343 jardas e dois touchdowns. Em sua carreira, já foram 88 catches para 1370 jardas e 17 touchdowns.

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terça-feira, 6 de maio de 2008

Calouros

Todo mundo já procurou saber quem são e o que fizeram, mas o Who Dey, ainda que atrasado em breve terá resumos sobre os jogadores draftados para essa temporada. Aguardem.

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Três WR por quê?



"TJ: De saída também?"


O colunista Peter King escreveu hoje no portal da Sportts illustrated sobre o assunto. Declara que Cincinnati não escolheu três WR no draft apenas pela saída de Chris henry e da provável troca de Chad Johnson na próxima temporada, segundo King, Marvin Lewis, treinador dos Bengals disse a ele que T.J. Houshmandzadeh pode não muito tarde deixar a franquia de Ohio. King descreve ainda que Lewis não acredita que a renovação de contrato de TJ seja fácil e que com uma provável saída de Johnson os Bengals precisam estar preparados para qualquer coisa esse ano e também no futuro. O contrato de quatro anos de TJ está chegando ao fim, pode ser também o fim do seu martírio na sombra de "Ocho Cinco" mas é provável que os $2.65 milhões mais um bônus de $100,000 não sejam mais suficientes. Poucos receivers podem produzir tanto passado dois anos (202 recepções, 2.224 jardas para 21 touchdowns). Para os fãs que pensavam que apenas Chad Johnson seria um problema, TJ pode vir a ser uma futura dor de cabeça, resta saber se Andre Caldwell e Jerome Simpson se adaptariam rapidamente a NFL. Marvin Lewis parece tranquilo, parafraseando o próprio King: "Parece que teremos um longo e quente verão em Cincinnati!"

Artigo original:
http://sportsillustrated.cnn.com/2008/writers/peter_king/05/06/mailbag/index.html

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Shaun Alexander

Shaun Alexander, um dos mais talentosos running backs da história da NFL (mais de 10000 jardas) pretende correr tantas jardas assim no free agency, primeiro visitou os Bengals em Cincinnati no domingo e na segunda e seu plano é seguir viagem e visitar os Saints em New Orleans. Ambos os lados parecem não ter pressa para chegar a um possível acordo, mesmo após a visita de Alexander e seu agente Jim Steiner, o jogador fez um tour pelo Paul Brown Stadium, conheceu os treinadores e alguns jogadores mas disse que há outras equipes interessadas. Ao que tudo indica, Alexander gostou de conhecer a franquia e teria feito elogios a forma de trabalho dos Bengals, mas o time de Cincinnati ainda não fez uma proposta oficial e provavelmente vem analisando os prós e contras de contratar um RB de 31 anos quando já tem Rudi Jhonson que tem feito boas campanhas correndo com a bola. Duas semanas atrás Alexander foi liberado do Seattle Seashawks através de um acordo avaliado em $62 milhões e Cincinnati enfrenta problemas com o limite do salary cap de seus jogadores. A pergunta que vem a tona é se no caso de Rudi Jhonson e Chris Perry estiverem saudaveis e recuperarem a forma da temporada de 2005, seria um bom momento para oferecer um contrato a Alexander? Vale lembrar que Cincinnati também conta com DeDe Dorsey que já se mostrou um veloz jogador e também Kenny Watson, eficiente em terceiras descidas. Tradicionalmente a franquia mantém três RBs, além dos jogadores citados a equipe conta também com Kenny Irons. Alexander visita New Orleans e sua cidade no noroeste do Kentucky, se um acordo irá surgir, só o tempo dirá.


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domingo, 4 de maio de 2008

Aconteceu ...

2 Linebackers cortados

Aconteceu na quinta-feira, mas não pode passar em branco, a franquia comandada por Marvin Lewis dispensou dois LB, posição teóricamente carente em Cincinnati, Roy Manning e Anthony Schlegel. Manning que veio de Michigan já estava em sua quarta-temporada na NFL, ele jogou cinco partidas pelos Bengals na última temporada e executou sete tackles com o time de especialistas. Vale lembrar que Roy veio do Jacksonville Jaguars na temporada passada para suprir as necessidades de "Cinci" com LBs. Já Schlegel que veio de Ohio State já estava em seu terceiro ano de NFL, na última temporada participou de 13 partidas tendo iniciado cinco destas, executou 34 tackles na defesa e mais quatro com o time de especialistas.


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Rivers #55 ou #58?

"O LB primeira escolha dos Bengals no draft 2008 treinou com a #58 mas deve negociar com Ahmad Brooks pela #55"

Keith Rivers já abriu a temporada de negociações com o veterano Linebacker Ahmad Brooks para poder usar a camisa com o mesmo número da sua época de college na USC, #55. Segundo Rivers, que atualmente veste a #58, ele ainda tem um mês para convencer seu companheiro da troca.
A parte a luta pela #55 de Rivers, o treinador Marvin Lewis pretende fixar o jogador em uma posição específica, seja atuando mais aberto ou pelo meio. Na quinta-feira Rivers treinou no lado do ponto cego do Quarteback, onde a briga é dura, pois Marvin Lewis conta com o experiente Dhani Jones, temporáriamente movido para o meio. De toda forma não é uma garantia que Rivers jogaria na mesma posição em que jogou pelos Trojans da USC. Lewis parece que vai tentar troca-lo de posição (o que para os fãs pode parecer um terror, basta ver os vídeos do college que circulam pela internet e ver como Keith Rivers é um verdadeiro rolo comprensor) segundo o treinador da franquia Rivers não encontraria dificuldades em mudar de posição, pois seria uma troca natural e não muito distante do conforto de seu novo LB na defesa.


"Who Dey ... Who Dey ... Who Dey think gonna beat them Bengals in Cincinnati?"

sábado, 3 de maio de 2008

Alexander visita os Bengals




O agente do Running Back Shaun Alexander, Jim Steiner levará seu cliente a Cincinnati para um encontro com os Bengals na segunda-feira. Segundo Steiner é um encontro casual, porém complementou dizendo que Alexander gostaria de ter idéia de como seria usado pelos Bengals e que a franquia de Ohio gostaria de conversar com o jogador, insinuando que há interesse de ambos os lados. Cincinnati costuma manter três tailbacks no seu plantel. Caso contratasse Shaun Alexander e Rudi Johnson e Chris Perry estiverem saúdaveis, o que fazer com Kenny Watson, Kenny Irons e DeDe Dorsey?
Alexander completa 31 anos após o último jogo da pré-temporada não é mias o mesmo que liderou o Seattle Seahawks ao Super Bowl poucos anos atrás. Na abertura da temporada passada ele quebrou o pulso e na semana 9 torceu o joelho completando a temporada com 716 jardas, uma média de 3.5 por corrida. Esses fatos apontam que Alexander não tem mais o preparo fisico de anos atrás. mesmo assim, ele é capaz de produzir muito e seu pulso aparentemente curado pode provar o quão bom ele é no jogo aereo, pois no jogo corrido seu talendo é reconhecido desde os tempos de High Scholl, quando jogando por Boone County bateu o recorde estadual em 3,166 jardase 54 touchdowns. O grande problema para os Bengals é que eles não tem muito a oferece a Shaun Alexander devido a situação do seu teto salarial que diverge do provável desejo do RB que até pouco tempo era um dos jogadores mais bem pagos da liga.

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sexta-feira, 2 de maio de 2008

Jerome Simpson




"A Franquia acredita que pode ganhar um ídolo se Simpson trouxer além de sua obscuridade as façanhas lendárias que fez no estado da Carolina"

"Eu tenho lido algumas mensagens e vejo as pessoas se perguntando quem é esse cara? Por que draftamos ele?" O Próprio Jerome Simpson responde: "Bem, eles vão ser fãs do Jerome Simpson mais cedo do que pensam". Segundo a descrição do www.bengals.com, Jerome é um WR de aproximadamente 90Kg e 1,88m, com mãos tão grandes quantos seus sonhos e expectativas, após ser selecionado no segundo round do Draft 2008 pelos Bengals. A pergutna é se não é cedo demais para Jerome saltar da pequena conferência Big South na NCAA para a fortissim AFC North. Jerome responde a tudo com alegria e diz que pula durante toda sua vida, em casa vive tentando saltar e tocar coisas como o topo da porta. Os saltos serviram no passado para um bom treino anterior a noite em que ele liderou a Reidsville High School ao título do 2A Basquete da Carolina do Norte, quando foi eleito MVP. No Futebol americano elogios não faltaram, segundo o treinador Earl Bates, Jerome Simpsons é um guerreiro nato que leva um espírito competidor muito forte consigo para todas as partidas, Bates elogia a forma de jogo de Jerome que parece acreditar que vai conseguir todos os Catches e que todas as bolas no ar são suas. Caso Simpson apresente tudo isso em Cincinnati e jogue com tanta alegria quanto fale, o sonho de ser ídolo pode se realizar mais rápido do que ele pensa.

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quinta-feira, 24 de abril de 2008

40 Momentos Memoráveis

O site oficial do Cincinnati Bengals elegeu os 40 momentos mais marcantes da história da franquia, durante as próximas semanas vamos destacar esses pontos da história, hoje com um jogo do dia 15 de novembro de 1970.






Em 15 de novembro de 1970, no Riverfront Stadium, jogando para 60 mil pessoas, o Cincinnati Bengals bateu o Cleveland pela primeira vez na história por 14-10. O resultado parece normal, mas foi um feito para Paul Brown que oito anos antes havia sido demitido dos Browns. A Vitória propiciou aos Bengals o título da AFC Central com uma vitória a mais que o Cleveland que terminaria a temporada em 7-7.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Franquia chega a um acordo com Fitzpatrick

O Quaterback Ryan Fitzpatrick chegou a um acordo com os Bengals avaliado em 927 mil dólares por um ano. O acordo foi selado nesta quinta-feira, um dia antes do prazo máximo dado pela NFL as equipes que contratam Free agents.
Fitzpatrick é o primeiro QB de Harvard a jogar pela NFL, mas desde que chegou na temporada passada, em primeiro de setembro, não teve a oportunidade de aparecer devido a ótima forma de Carson Palmer.